DEUS TEM UM PROJETO DE VIDA PARA CADA UM DE NÓS.

(João 10:10b.)"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância"!

Pr.Vagner Moraes

Pr.Vagner Moraes

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sábado, 9 de julho de 2011

O princípio da assiduidade

O princípio da assiduidade




O princípio da assiduidade

Lucas 2.36-38

“E que era viúva de oitenta e quatro anos. Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (v 37).

Que belo testemunho de assiduidade. O texto bíblico é de uma riqueza singular: “Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações”. A quem o texto está se referindo? À profetisa Ana, seu nome significa graça. Ela era assídua na casa de Deus. Como igreja que caminha em células temos algumas práticas saudáveis e bíblicas que estamos chamando de princípios. Neste domingo estamos refletindo o Princípio da Assiduidade, que tem o sentido de frequência sem falta. Olhando com atenção o nosso texto bíblico podemos extrair do mesmo algumas edificantes lições sobre o Princípio da Assiduidade

1.A assiduidade acontece apesar das circunstâncias.

O v 37 diz que ela era viúva, logo ela não contava com a ajuda do esposo, seu companheirismo, para juntos irem ao templo. Ela conviveu com o esposo apenas sete anos e ele morreu. A sua solidão não a tornou uma mulher triste, azeda, amarga, pelo contrário, estar com os irmãos lhe era prazeroso. É bem possível que ela conhecesse o Salmo 133. Além de viúva, Ana era idosa, tinha 84 anos. A velhice não a impedia de buscar a comunhão com Deus e com os irmãos, isto é mais que terapia ocupacional, isto é vida com qualidade, é envelhecer sem traumas e complexos. Podemos ser assíduos nos cultos, nas células ainda que enfrentemos situações adversas.

2.A assiduidade acontece com propósitos.

O v 37 diz que Ana “adorava noite e dia em jejuns e orações”. Ela não ia ao templo simplesmente por ir, porque era um costume, um hábito, ela era assídua, noite e dia estava no templo adorando com jejuns e orações. Era de fato uma adoradora. Quando nos reunimos em células, quando congregamos nos cultos públicos, nossa motivação, o que nos leva a isto é o desejo intenso de juntos, como corpo, levantarmos as mãos e adorarmos a Deus com louvores, jejuns e oração. Aí se cumpre em nós o que a Bíblia diz em 1 Coríntios 12.7-11.

3.A assiduidade acontece como oportunidade de testemunho.

O v 38 diz que “chegando naquela hora, dava graças a Deus e falava a respeito do menino”. O ambiente estava carregado da glória de Deus, ali estava o piedoso Simeão que, por revelação do Espírito Santo, já havia tomado Jesus em seus braços e profetizado em forma de louvor sobre ele. Ali estavam os pais de Jesus consagrando-o ao Senhor. Foi nesse ambiente que Ana aproveitou para testemunhar. O texto diz “falava a respeito do menino”. Não cerrou os lábios, testemunhou de Jesus. A nossa assiduidade é uma maneira vibrante de testemunharmos nosso amor a Jesus e também aos nossos irmãos na fé.

Conclusão. Quando nos reunimos em nome de Jesus, ele está no nosso meio (Mateus 18.20). Não devemos deixar de congregar, não é um bom costume negligenciarmos a vinda aos cultos e células: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10.24-25). Deus nos ajude a levarmos a sério a assiduidade e também a pontualidade.

Fonte: IPILON

quinta-feira, 7 de julho de 2011

DIVULGAÇÃO DE LANÇAMENTO


Apresentamos o livro "Verdades Não Ditas".
Essa obra inspirada pelo Espírito Santo
e revelada ao Pr. Denilson Lourenço,
pastor presidente da IPPV, vai mudar a concepção
que você tem sobre fé cristã!
Não fique sem conhecer essas verdades!
Algumas dessas verdades falam sobre divórcio,
dízimo, predestinação, criação de filhos e etc..
Adquira já essa obra por apenas R$ 23,90.

O Pr. Denilson doou toda a arrecadação do livro
para a construção da casa das crianças!
Ajude neste projeto que fortalecerá a ]
igreja do amanhã!

Tel: 21 2409-8374 / 21 9242-5104 / 9552-3423

terça-feira, 5 de julho de 2011

End: Vicente Perrota,103 Lote 14 Quadra 04 Jardim Monteiro - Campo Grande / RJ Ponto de referencia: Próximo a o colégio e Praça Mané Garrincha

sexta-feira, 1 de julho de 2011

ONG Mais Cultura Brasil

Programa de Qualificação Profissional

O Programa de Qualificação Profissional – PQP, nasceu em 2004, quando o então profissional de marketing Fabiano Mota, idealizou um trabalho social em parceria a uma associação de moradores em uma comunidade da zona norte do Rio de Janeiro, onde foram oferecidos cursos gratuitos de telemarketing, através de uma parceria com um curso popular da região.

O trabalho que foi batizado inicialmente de Projeto Mais Cultura, logo passou a atuar na zona sul e no centro da cidade e em outras regiões, sempre em parceria com as associações de moradores com cursos gratuitos de telemarketing e posteriormente sendo acrescentados outros cursos como Montagem de Micro, Auxiliar Administrativo, Italiano, Hotelaria e Turismo, entre outros. Através de parcerias com diversas empresas de RH, esses alunos foram encaminhados a estágios e empregos em diversas empresas de ramos e seguimentos diferentes, gerando assim trabalho e renda nessas comunidades, com o passar do tempo o projeto se transformou na ONG Mais Cultura Brasil e teve o nome mudado para PQP - Programa de Qualificação Profissional, que atualmente atua com mais de 100 cursos diferentes em vários segmentos, em diversos bairros e municípios do estado do Rio de Janeiro.

Como tudo começou

As bases para o surgimento da ONG Mais Cultura Brasil começaram a se consolidar em 2004, quando o então profissional de marketing Fabiano Mota idealizou um trabalho social junto à associação de moradores em uma comunidade da zona norte do Rio de Janeiro, a proposta era que um treinamento profissionalizante fosse inserido na comunidade para que jovens tivessem a oportunidade de se capacitarem e terem uma melhor colocação ao mercado de trabalho.
A idéia deu certo, logo o trabalho foi expandido para associações de moradores nas comunidades vizinhas, que cederam espaço para a realização dos cursos, nascia assim o Projeto Mais Cultura, que logo passou a atuar na zona sul e no centro da cidade, sempre nas associações de moradores com cursos gratuitos. Através de parcerias com diversas empresas de RH, passamos a encaminhar estes alunos a estágios e empregos, gerando assim trabalho e renda nas comunidades de baixa renda.
Com o amadurecimento da idéia e a constatação de que o caráter de personalidade jurídica ajudaria a levar o projeto adiante, permitindo a ampliação de suas atividades, em agosto de 2008 o trabalho social acabou se transformando em uma organização não-governamental, nascia assim a ONG Mais Cultura Brasil.


Nosso Trabalho
A ONG Mais Cultura Brasil é uma organização não governamental sem fins lucrativos criada por Fabiano Mota, que realiza trabalhos sociais voltados para a cultura e educação com cursos de capacitação profissional gratuitos, realizando ainda forte trabalho com enfoque social voltado para a doação de alimentos não perecíveis, roupas e calçados em comunidades espalhadas pelo Rio de Janeiro.
Atuamos em todo o estado do Rio de Janeiro no atendimento de Crianças, jovens e adultos, através de programas e projetos sociais, que visam à capacitação profissional prestando serviços referentes à educação, profissionalização, cultura e cidadania, resgatando à dignidade, o respeito e à convivência familiar e comunitária, além de colaborar para o desenvolvimento cultural, educacional e psicológico de nossos alunos, muitos descobriram talentos ocultos e novas profissões.
Alem desses serviços a ONG Mais Cultura Brasil realiza constantes processos seletivos para empregos, nos quais muitos de nossos alunos conseguiram realizar o grande sonho de suas vidas... O de conseguir um emprego de carteira assinada nas empresas conveniadas.
Os resultados desses esforços vêm sendo positivos e a receptividade das comunidades tem sido bastante grande. Desenvolvemos o nosso trabalho com abordagem de temáticas sociais por meio da Cultura e da Educação. Essa ideologia marcada por um conjunto de projetos e ações que começou a ser desenvolvido desde 2004, é um dos fatores que nos permitem alcançar índices satisfatórios e cumprir os muitos desafios presentes e os que ainda temos pela frente.

Nossa Missão
Contribuir para a formação educacional e cultural de adolescentes, jovens e adultos para que possam se qualificar e terem uma profissão com nossas oficinas, e inseri-los no mercado de trabalho através de parcerias com empresas privadas, ajudando assim na realização de seus sonhos e uma melhor qualidade de vida, alem de distribuição de cestas básicas para comunidades de baixa renda e outras instituições.

Nossa Visão
Ser reconhecida como organização que desenvolve e dissemina práticas que contribuem para a transformação social, e fazendo que adolescentes, jovens e adultos possam sonhar e que estes sonhos se tornem realidade.

Link: http://www.maisculturabrasil.org/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

LIDER PASTOR UM MINISTERIO DE SOLIDÃO!

“Volta-Te para mim e tem compaixão, porque estou sozinho e aflito.”(Sal. 25:16).


Não é fácil ser líder. Houve um tempo em que a melhor definição de líder era: “Aquele que inspira e leva as pessoas à ação, conseguindo delas o máximo de colaboração e o mínimo de oposição.” Hoje, a melhor definição poderia ser: “Líder é aquele contra o qual a maioria se opõe.” Vivemos em tempos de contestação. “Si hay líder, soy contra”, parece ser o grito universal dos povos.
Davi era o líder de Israel e pagou o preço da incompreensão e da solidão. Disse: “Estou sozinho e aflito.” Se você nunca teve que exercer um cargo de liderança e tomar decisões difíceis que envolvem outras pessoas, talvez não consiga entender a “solidão do líder”. As Escrituras não escondem as fraquezas e as tentações dos homens de Deus, até dos mais íntimos do Senhor. Noé, Abraão, Moisés, Davi, Elias e demais homens de Deus tiveram seus momentos de fraqueza, e alguns deles são vistos em momentos de depressão.
Se você quer ser leal à sua consciência e aos princípios bíblicos, verá muitas vezes que amigos e até membros de sua família se colocarão contra você. Isso dói. O salmista conhecia bem essa dor, porque seus filhos, Absalão, Amon e Adonias estavam contra ele e, junto a eles, Aitofel, um dos melhores amigos do rei.
Nessas horas de solidão e dor, aonde vai o líder ferido? Ele não pode desanimar nem esmorecer, nem fraquejar. Ele é o líder. Todos podem abandonar o barco, menos o capitão. Todos podem correr, fugir. O líder não. Mas ele não é apenas um ser humano como os outros? Não tem sentimentos, coração e sangue como os demais? Sim, mas quem se importa com isso?
O verso de (Salmos 25:16) nos dá a entender que há alguém que se importa. Por isso, a oração do salmista foi: “Volta-Te para mim e tem compaixão, porque estou sozinho e aflito.”
Aflição, do verbo hebraico Tsarah, significa dor psicológica e emocional. É com esse significado que a palavra aparece pela primeira vez em Gênesis 42:21, quando os irmãos de José, ao reconhecê-lo, disseram uns aos outros. “Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos.”
José era o líder abandonado e rejeitado. Como Davi e tantos outros. Talvez como eu e você hoje, diante das circunstâncias difíceis que está vivendo.
Mas Jesus está aí ao seu lado, disposto a dar-lhe forças para suportar as intrigas e maledicências da oposição. Não tema. Apenas diga como o salmista: “Volta-Te para mim e tem compaixão, porque estou sozinho e aflito. Pastores são como águias que voam sós e vivem nos céus distantes - acima dos problemas - mas cheios destes . Eis a razão porque os pastores aprendem a sofrer calados. Choram aos pés do Senhor confessando suas faltas. E gostariam de ter um amigo por perto. Mas, desabafar a quem? Arredios e acostumados a serem traídos, inteligentemente se calam. E sofrem. Gostariam de ter um amigo para conversar sobre sexo, dificuldades com a esposa, tentações, finanças, problemas pessoais, mas sofrem, ignorados, temendo o colega infiel. Pois podem ser traídos , prejudicados e ficarem refém dos mesmos.
Geralmente os obreiros que os cercam não o fazem como amigos ou companheiros de jugo, vivem de bajulações , aplaudem e elogiam em busca de cargos ou privilégios. Raramente encontra-se um amigo que viva o compromisso de ajudar o líder, sem interesse procurando ajuda-lo em amor.

(CHÁ BENEFICENTE EVAS TRANSFORMADAS)Promovido pelo grupo de mulheres SAFIRAS DE CRISTO DA CPPV.

CHÁ BENEFICENTE EVAS TRANSFORMADAS PROMOVIDO PELO GRUPO DE MULHERES SAFIRAS DE CRISTO,UM GRANDE MOVER NESSA REUNIÃO DURANTE A PALAVRA E LOUVORES NA COMUNIDADE PENTECOSTAL PROJETO VIDA,ONDE VIDAS FORAM RESTAURADAS E AVIVADAS ATRAVÉS DO PODER DE DEUS.

PARABÉNS!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Bombeiro R$ 960,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médico R$
1.260,00 para manter a vida;
E o deputado federal? Ganha
R$ 26.700,00 para ñ fazer nada pela vida dos outros!
se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros

sábado, 11 de junho de 2011

12 de junho DE 2011,feliz dia ‘’PASTORES’’

Pastor : Levantar cedo, ao amanhecer, e consagrar-se em secreta oração;Estudar diariamente a Bíblia, com planejamento e perseverança;Preparar estudos bíblicos, com correta interpretação;Pregar o verdadeiro evangelhoE ensinar todo o conselho de Deus...Acolher novos membros, com paciência e dedicação;Assumir seu papel, conduzindo as ovelhas que houver;Aconselhar sabiamente os irmãos, com sigilo e compaixão;Liderar o rebanho de DeusMostrando o caminho que devem andar...Levar a santa ceia aos membros acamados;Orar com fé pelos enfermos em nome do Senhor;Acudir irmãos carentes e visitar os afastados Promover a caridadeDando exemplo prático de amor...Realizar batismos, casamentos, bodas, funerais;Consolar os abatidos e os fracos acolher;Interromper seu descanso, mesmo em alta madrugada, A quem for socorrer.Sempre disponível e amável
12 de junho DE 2011,feliz dia ‘’PASTORES’’
Alan Capriles

HOMENAGEM DE UMA FILHA DE PASTOR(2º domingo de junho dia do pastor)


Carta de uma filha de pastor
Todo 2º domingo de junho, as igrejas batistas comemoram o Dia do Pastor. Costumam ser cultos especiais, como este, com algumas homenagens. Hoje, eu quero fazer a minha homenagem, como filha e como sua ovelha, pai-pastor. Afinal, sou uma de suas ovelhas mais antigas e tenho acompanhado seu ministério há 21 anos.

Faço parte da 1ª instituição que Deus te deu para administrar e pastorear, a nossa família. Pai, você sabe que quando era mais nova, reclamava de ser filha de pastor. Em muitos momentos questionei a Deus o porquê disso. Porque eu não poderia ter nascido em uma família normal? Porque tinha que mudar de escola, cidade, amigos e vida, a cada vez que Deus te chamasse para um novo ministério? Hoje, olho pra trás e penso: que bobagem eu pensava quando era criança! Que família melhor eu poderia pedir a Deus? Não que a nossa seja perfeita... mas de uma coisa estou certa: tudo foi um plano perfeito do nosso Pai do céu. Tive a oportunidade de morar em vários lugares, conhecer outras cidades, fazer muitos amigos, conhecer diversas pessoas e culturas diferentes. Como conseqüência, desenvolvi uma facilidade de adaptação a mudanças e de lidar com outras culturas. Hoje, sou reconhecida em meu trabalho por essas aptidões. Com certeza isso também foi plano de Deus para minha vida.
Porém, a cobrança das pessoas foi inevitável. Você, percebendo que isso poderia gerar um momento de insegurança e que talvez uma pequena revolta pudesse nascer, soube nos mostrar e nos defender perante a igreja, solicitando: “Não chamem a atenção das minhas filhas por serem filhas de pastor, chamem sim, quando estiverem erradas, mas não por serem minhas filhas”. Nunca esquecerei do dia em que você falou isso. Você não imagina o quanto foi importante para mim. Percebi que você sentia o que estávamos sentindo, pois ninguém melhor do que você para saber o que é viver sob pressão. A pressão de ter pessoas te cobrando, criticando, exigindo cada vez mais; de ter que ouvir os problemas das ovelhas, sofrer junto com elas, e ao mesmo tempo, sabiamente conduzi-las a um caminho de paz; a pressão da responsabilidade de transmitir a palavra de Deus e mostrar a verdade, o correto, a verdadeira vontade de Deus para nossas vidas. Quantas vezes o vi virar noites em claro, orando e chorando pelas igrejas, pelas vidas. Numa dessas vezes, parei para refletir e passei a olhar o seu lado, e ver que eu não sofria por ser filha de pastor. Existia uma cobrança, sim, porém pude ver o quanto era abençoada por isso. Desde pequena, seja dormindo nos bancos da igreja aguardando que as longas reuniões terminassem, abrindo e fechando a igreja, ou desfrutando dos carinhosos almoços nas casas dos irmãos em dias de domingo; desde pequena, dentro da casa de Deus. Você nos mostrou o caminho e assim como pastoreou ovelhas em várias localidades, soube pastorear sua própria família, mostrando-nos que ser apenas filha de pastor não levava ninguém ao céu. Era preciso ter um encontro verdadeiro com Deus. E você, pai, nos levou a essa consciência. Você cumpriu com a responsabilidade que Deus te deu. Hoje, tenho a maturidade de auxiliá-lo no seu ministério, e tenho orgulho de dizer que faço isso por opção. Vejo tantos filhos de pastores frustrados por aí. Alguns perdidos no pecado, outros em ministérios sem ter nenhuma vocação para tal. Eu posso dizer que sou feliz em tudo que faço para Deus. Sou feliz por acompanhar seu ministério, poder ajudá-lo, poder compartilhar das dificuldades. Obrigada, pai, por não exigir de mim algo que me levaria a uma vida frustrada. No dia de hoje, em especial, quero agradecer ao meu Deus por sua vida. Lembro-me de você em minhas orações sempre, pedindo a ele que Abençoe o meu pai-pastor, que segure bem firme sua mão; que ele te dê saúde física, para agüentar o batente. Peço que sempre o sustente, te dê sempre a firmeza. Que em todos os seus ideais, você possa ir em frente sem exitar. Que Ele enriqueça seus planos, seus ideais, revestindo-o de sabedoria. Agradeço ao meu Deus por sua vida. Que ele te consagre, proteja e ilumine.
Como escrito em Jeremias 3.15 - "Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência". Que Deus o abençoe sempre em sabedoria. Obrigada por ser meu pai-pastor.
(Késia Carolina Maia Lóta)

Deus quer mais desta geração

Deus quer mais desta geração

Deus quer mais dessa geração m João 2, versos 13 a 17, lemos acerca do episódio de Jesus entrando no Templo e expulsando os cambistas que faziam do local um lugar de comércio. Como ressalta o texto, era a época da páscoa. Segundo a tradição e a Lei, os sacrifícios deveriam ser oferecidos no Templo. Mas não poderia ser qualquer sacrifício, qualquer animal. Havia regras e procedimentos a serem observados, todos eles estabelecidos pela Lei. Diz o livro de Levíticos que o animal deveria ser sem defeito(veja Levíticos 3:1). E para cada tipo de sacrifício, uma lei específica. E caberia ao sacerdote, ao povo, trazer de casa o melhor dos animais para o altar, algo que custasse sacrifício, cuidado, zelo, sangue. Eram necessários também, além da consagração, o tempo e a dedicação para preparar um animal "em holocausto e cheiro suave ao Senhor".

Contudo, não era o que estava acontecendo quando Jesus esteve no Templo. Por detrás da venda e do comércio dos animais, estava a venda e comércio de sacrifícios ao Senhor. O caminho estava sendo encurtado. O preço não estava sendo pago. Davi disse certa vez: "Não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada"(veja II Sm.24:24). Quando Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os cambistas, no mundo espiritual Ele estava derrubando e demolindo as fórmulas.

O que acontece também hoje? Muitas vezes vamos aos cultos e esperamos encontrar na igreja o que há muito deveria estar na nossa casa, no nosso íntimo com Deus, no nosso lugar secreto. Até um tempo atrás, era comum ter uma lista de músicas para louvar e adorar ao Senhor. Nada de errado com isso, claro. Porém, algo começou a acontecer quando isso se tornou uma metodologia, uma fórmula. Há algo que também tem acontecido no nosso meio: é a chamada "adoração extravagante". Isso também está se tornando uma fórmula. As músicas de louvor e adoração, idem. E quando começamos a usar nossas fórmulas, o Espírito Santo passa então a procurar alguém que esteja disposto a ouvi-lo e a obedecê-lo. Quando não encontra, ele se assenta e assisti, procurando alguém que esteja disposto a dar a ele algo de valor: sua vida.

É tempo de acordar. É tempo de largar os novos métodos de adoração e começar a ouvir o Espírito Santo, que diz: "Eu quero você por inteiro". Está mais que na hora de pagarmos um preço por Sua presença e pelo avivamento. E pagar por isso custa caro. Você está disposto a abrir mão do que for preciso? Porque o Evangelho nada mais é do que renúncia. "Negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me" foi o que disse Jesus. O Espírito está gritando nesses dias: "É tempo de voltar". A nossa caminhada com Deus não pára. Sempre haverá algo novo a ser revelado sobre Sua pessoa.

Deus quer mais dessa geração. Ele quer mais de você e de mim. Daremos a Ele algo que não nos custe nada? Sempre haverá um preço a pagar. Até que ponto estamos dispostos a isso? Lembre-se: sem sacrifício não há fogo. E sem fogo não há glória. Que nos restará, então?

Fonte :Nívea Soares(IGR.Batista Lagoinha BH)